Hipster é o termo utilizado para se referir a pessoas que dão início a tendências, ou seja, aquelas que dão origens a novas modas. As pessoas hipsters geralmente são bastante jovens e se vestem com roupas não muito comuns, já que o estilo hipster é aquele que lança novas combinações.

Tendências e moda hipster

No que dis respeito às tendências de moda, como a própria definição de hipster diz, são eles que dão início às novidades, da mesma forma que são eles que decidem quando este ou aquele perfil deve ser descartado.

Uma das questões trabalhistas que mais causa dúvidas é a da homologação trabalhista. A homologação é a conferência feita pelo Sindicato da categoria para verificar se os valores pagos ao trabalhador na rescisão do contrato de trabalho estão corretos.
A homologação é necessária quando o trabalhador pede demissão ou quando o empregador dispensa o trabalhador sem justa causa.
Trabalhador e empregador comparecem juntos ao Sindicato para que haja a conferência do pagamento dos valores devidos. O pagamento das verbas rescisórias deve ser feito com cheque visado, depósito bancário ou dinheiro.
Direitos devidos que não estiverem sendo pagos ao trabalhador, serão registrados no verso do Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho.
O trabalhador não deve assinar nenhum documento sem que esteja assistido pelo Sindicato, nem deve devolver quaisquer valores ou cheques ao empregador após a homologação.
Portanto fica aqui a nossa orientação: não deixe de procurar a orientação do Departamento Jurídico do Sindicato nos casos de demissão sem justa causa, e também, procure o dirigente sindical do CSE (Comitê Sindical de Empresa) para maiores informações.
 Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté e Região

HDMI é um acrônimo para High-Definition Multimidia Interface (Interface Multimídia de Alta Definifição).
É cada vez maior o desenvolvimento tecnológico no que concerne a transmissão de áudio e vídeo. Conteúdos digitais estão se tornando mais comuns e se você puder pagar, poderá ter áudio e vídeo com qualidade de cinema em sua casa.
Qualidade digital e praticidade
Para colaborar com a efetividade desta tecnologia de alta definição foi que surgiu o HDMI, um sistema de conexão de alta tecnologia que é capaz de transmitir áudio e vídeo através de um único cabo, ao invés do que acontecia anteriormente, onde cada tipo de transmissão possuía cabos e entradas exclusivas nos aparelhos.

Este sistema é totalmente digital, e pode ser usado, por exemplo, para conectar um aparelho de reprodução de Blu-Ray, um vídeogame ou até mesmo um reprodutor de DVD a uma televisão que possua a mesma entrada. Os resultados serão belíssimas imagens de alta qualidade e definição, num padrão bem superior do que quando da utilização de um sistema analógico de conexão.
Conectores HDMI
Além da qualidade das imagens, o HDMI também se sobressai em relação a outros formatos devido ao fato de ser mais compacto e de fácil encaixe. Existem dois tipos de conectores HDMI: o HDMI tipo A e o HDMI tipo B.
O HDMI tipo A possui 19 pinos e é o mais popularizado dos dois, pois é compatível também com a tecnologia DVI-D (outro tipo de conexão digital, porém inferior ao HDMI). Desta forma, é necessário que apenas uma das pontas do cabo seja HDMI e a outra DVI. O conector HDMI tipo B é destinado a resoluções de altíssima qualidade e trabalha no sistema dual link, dobrando a capacidade de transmissão do cabo.

Versões do sistema HDMI
Desde o seu lançamento em 2003, o sistema de conexão HDMI já passou por algumas revisões, trazendo melhorias aos seus usuários. Contudo, juntamente dos benefícios, estas “atualizações” trouxeram consigo algumas confusões, pois cada nova versão não era compatível com a anterior.
Sua primeira versão, a HDMI 1.0, além de toda a inovação de transmissão de áudio e vídeo por um único cabo, a uma velocidade de 4,95 Gbps (Gigabytes por segundo), esta versão permitia que seu usuário tivesse até 8 canais de áudio. A primeira revisão, lançada em maio de 2004 e chamada de HDMI 1.1, trouxe o suporte ao padrão DVD-Áudio.
Em sua versão HDMI 1.2, lançada em agosto de 2005, o sistema passou a suportar formatos de áudio do tipo One Bit Audio e passava a ser utilizado também em computadores.
Apesar de ter havido a versão 12a, o sistema só sofre uma alteração significativa em junho de 2006, com o lançamento do HDMI 1.3. Esta nova versão suportava maior frequência (até 340 Mhz) e numa velocidade de transmissão de 10,2 Gbps.
Além disso, ela também ganhava uma inovação quanto a aparelhos utilizando o sistema: agora era possível conectar cabos HDMI a câmeras de vídeo portáteis, eliminando problemas de sincronismo entre áudio e vídeo. Ainda nesta versão, o sistema HDMI passou a suportar novos padrões de cores, de 30, 36 e 48 bits. Depois disso ainda foram realizadas pequenas alterações nas versões 1.3a e 1.3b, lançadas em novembro de 2006 e outubro de 2007 respectivamente.
Resolução
Quem resolve procurar aparelhos com sistemas de conexão HDMI o faz, principalmente, pela questão da qualidade da imagem e do áudio exibido. Assim, um fato interessante a ser esclarecido quanto a este assunto é a resolução das imagens transmitidas.
Se você já foi atrás de aparelhos do tipo, já deve ter se deparado com marcações de resoluções da seguinte maneira “480p” ou então “1080i”. É bastante provável que você tenha ficado em dúvida, ou melhor, tenha se sentido um analfabeto por não fazer idéia de como isso funciona. Pois saiba que nada é tão complicado.
A resolução de sistemas HDMI são medidas da mesma forma que a grande maioria das imagens e vídeos: em pixels. Quanto maior for a resolução, melhor deverá ser a qualidade das imagens exibidas em sua tela.
A letra que segue o número se refere ao tipo de mapeamento realizado pelo aparelho: p para progressive scan (mapeamento progressivo) e i para interlaced scan (mapeamento entrelaçado) (leia mais sobre os tipos de mapeamento logo abaixo).
Portanto, se você encontrar uma marcação de 480p, saiba que a resolução será de 640x480 pixels com mapeamento progressivo. 720i indica que a resolução máxima deste equipamento é de 1280x720 pixels com mapeamento entrelaçado. Outro valor bastante comum é o 1080, (Full HD) ou seja, 1920x1080 pixels.
Tipo de mapeamento
Como dito anteriormente, são dois os tipos de mapeamento existentes nos sistemas de conexão de interface multimídia de alta definição. No Mapeamento Progressivo, as linhas da tela são atualizadas de uma só vez. Já no Mapeamento Entrelaçado, primeiro são atualizadas as linhas pares e depois as linhas ímpares. Deve ter ficado claro que no primeiro modo de mapeamento a qualidade de exibição será superior a segunda.
Aparelhos com saída HDMI
É cada vez mais comum encontrar equipamentos com suporte a este tipo de conexão. Nos consoles PlayStation 3 e Xbox 360, em leitores de Blu-Ray e de DVD, em alguns notebooks de diversas marcas, bem como em vários modelos de câmeras fotográficas e filmadoras portáteis digitais este sistema já vigora e faz sucesso.

Leitores do Baixaki. Este foi mais um artigo da séria “O que é?”, que pretendeu “desvendar os mistérios” sobre HDMI. Depois de tanto tempo com o sistema analógico, finalmente o Brasil começa a entrar na era digital das telecomunicações.
Obviamente, devido principalmente ao fator preço, estas benesses tecnológicas ainda estão longe de muitas pessoas, mas o simples fato de o sinal de televisão aberta estar migrando para um sistema digital já mostra a vontade do poder público de proporcionar um entretenimento de melhor qualidade visual a todos.

Agora é a voz é de vocês. Escrevam sobre o que vocês acham do sistema HDMI, se já possuem ou possuíram contato com algum aparelho usuário desta tecnologia e também como foi esta experiência. Tenham todos uma boa semana. Um abraço desde a redação do Baixaki. Sejam felizes.

História (do grego antigo ἱστορία, transl.: historía, que significa "pesquisa", "conhecimento advindo da investigação")[1] é a ciência que estuda o Homem e sua ação no tempo e no espaço, concomitante à análise de processos e eventos ocorridos no passado.
Por metonímia, o conjunto destes processos e eventos. A palavra história tem sua origem nas investigações de Heródoto, cujo termo em grego antigo é Ἱστορίαι (Historíai). Todavia, será Tucídides o primeiro a aplicar métodos críticos, como o cruzamento de dados e fontes diferentes. O estudo histórico começa quando os homens encontram os elementos de sua existência nas realizações dos seus antepassados. Esse estudo, do ponto de vista europeu, divide-se em dois grandes períodos: Pré-História e História.
Os historiadores usam várias fontes de informação para construir a sucessão de processos históricos, como, por exemplo, escritos, gravações, entrevistas (História oral) e achados arqueológicos. Algumas abordagens são mais frequentes em certos períodos do que em outros e o estudo da História também acaba apresentando costumes e modismos (o historiador procura, no presente, respostas sobre o passado, ou seja, é influenciado pelo presente).
Os eventos anteriores aos registos escritos pertencem à Pré-História e às sociedades que co-existem com sociedades que já conhecem a escrita (é o caso, por exemplo, dos povos celtas da cultura de La Tène) pertencem à Proto-História.
O indivíduo que estuda e escreve sobre a história é considerado uma autoridade neste campo, denominado historiador.[2] Historiadores se preocupam com a narrativa contínua e metódica, e também com a narrativa que pode ser descontínua e subjetiva, bem como a pesquisa dos eventos passados relacionados ao ser humano, e o estudo dos eventos ocorridos ao longo do tempo e também no espaço. Embora o termo historiador possa ser usado para descrever tanto os profissionais quanto os amadores da área, costuma ser reservado para aqueles que obtiveram uma graduação acadêmica na disciplina.[3] Alguns historiadores, no entanto, são reconhecidos unicamente com mérito em seu treinamento e experiência no campo.[3] Tornou-se uma ocupação profissional no fim do século XIX.

As concepções da História

As concepções formais da História

Em sua evolução, a História se apresentou pelo menos de três formas. Do simples registro à análise científica houve um longo processo. São elas:
  • História Narrativa - O narrador contenta-se em apresentar os acontecimentos sem preocupações com as causas, os resultados ou a própria veracidade. Também não emprega qualquer processo metodológico.
  • História Pragmática - Expõe os acontecimentos com visível preocupação didática (ver: Didática da história). O historiador quer mudar os costumes políticos, corrigir os contemporâneos e o caminho que utiliza é o de mostrar os erros do passado. Os gregos Heródoto e Tucídides e o romano Cícero ("A Historia é a mestra da vida") representam esta concepção.

As concepções filosóficas da História

Ainda no século XIX surgiu a discussão em torno da natureza dos fenômenos históricos. A que espécie de preponderância estariam ligados? Aos agentes de ordem espiritual ou aos de ordem material? Antes disso, a fundamental teológica fez uma festa na mente cordata do povo.
  • Concepção Providencialista - Segundo tal corrente, os acontecimentos estão ligados à determinação de Deus. Tudo, a partir da origem da Terra, deve ser explicado pela Divina Providência . No passado mais remoto, a religião justificava a guerra e o poder dos governantes. Na Idade Média Ocidental, a Igreja Católica era a única detentora da informação e, naturalmente, fortificou a concepção teológica da História. Santo Agostinho, no livro "A Cidade de Deus", formula essa interpretação. No século XVII, Jacques Bossuet, na obra "Discurso Sobre a História Universal", afirma que toda a História foi escrita pela mão de Deus, E no século passado, o historiador italiano Césare Cantu produziu uma "História Universal" de profundo engajamento providencialista.
  • Concepção Idealista - Teve em Georg Wilhelm Friedrich Hegel, autor de "Fenomenologia do Espírito", seu corporificador. Defende que os factos históricos são produto do instinto de evolução inato do homem, disciplinado pela razão. Desse modo, os acontecimentos são primordialmente regidos por ideias. Em qualquer ocorrência de ordem econômica, política, intelectual ou religiosa, deve-se observar em primeiro plano o papel desempenhado pela ideia como geradora da realidade. Para os defensores dessa corrente, toda a evolução construtiva da humanidade tem razão idealista.
As causas de todas as mudanças sociais e de todas as revoluções políticas, não as devemos procurar na cabeça dos homens, em seu entendimento progressivo da verdade e da justiça eternas, mas na vida material da sociedade, no encaminhamento da produção e das trocas.
  • Concepção Psicológico-social - Apóia-se na teoria de que os acontecimentos históricos são resultantes, especialmente, de manifestações espirituais produzidas pela vida em comunidade. Segundo seus defensores, que geralmente se baseiam em Wilhelm Wundt ("Elementos de Psicologia das Multidões"), os factos históricos são sempre o reflexo do estado psicológico reinante em determinado agrupamento social (ver: História das mentalidades e História das ideias).
O estudo do passado não pode ser feito directamente, mas de forma mediada através dos vestígios da actividade humana, a que é dado o nome genérico de fontes históricas.

Documentos e fontes históricas

O fato histórico é estudado através de vestígios e documentos. As fontes históricas são constituídas por elementos das quais o homem fez e deixou no passado. Os fatos históricos influenciam o futuro, ou seja, o atual mundo é composto dos acontecimentos e feitos anteriores. Os monumentos, templos, esculturas, pinturas e outros objetos em geral são considerados vestígios; as tradições (oral) são lendas, canções, narrações e outras formas de manifestações culturais expressas na oralidade; e os documentos escritos são todos aquelas fontes escritas, como leis, livros e relatórios. Porém, por diversas vezes é difícil saber se a fonte histórica é original, se não foi modificada ou falsificada, por isso existe uma ciência especial, a Heurística, só para cuidar da verificação e investigação da autenticidade das fontes históricas.[6]
Sobre fontes e documentos é feita a crítica histórica:
  • Crítica Objetiva - Verifica o valor extrínseco, externo de um documento; se é original ou apenas uma cópia.

Documentos e fontes históricas

O fato histórico é estudado através de vestígios e documentos. As fontes históricas são constituídas por elementos das quais o homem fez e deixou no passado. Os fatos históricos influenciam o futuro, ou seja, o atual mundo é composto dos acontecimentos e feitos anteriores. Os monumentos, templos, esculturas, pinturas e outros objetos em geral são considerados vestígios; as tradições (oral) são lendas, canções, narrações e outras formas de manifestações culturais expressas na oralidade; e os documentos escritos são todos aquelas fontes escritas, como leis, livros e relatórios. Porém, por diversas vezes é difícil saber se a fonte histórica é original, se não foi modificada ou falsificada, por isso existe uma ciência especial, a Heurística, só para cuidar da verificação e investigação da autenticidade das fontes históricas.[6]
Sobre fontes e documentos é feita a crítica histórica:
  • Crítica Objetiva - Verifica o valor extrínseco, externo de um documento; se é original ou apenas uma cópia.

Periodização histórica

História (ocidente)
Pré-História Idade da Pedra Paleolítico
Mesolítico
Neolítico
Idade dos Metais Idade do Cobre
Idade do Bronze
Idade do Ferro
Idade Antiga Antiguidade Oriental
Antiguidade clássica
Antiguidade tardia
Idade Média Alta Idade Média
Baixa Idade Média
Idade Média Plena
Idade Média Tardia
século XV
Idade Moderna
século XVI
século XVII
século XVIII
Idade Contemporânea
século XIX
século XX
século XXI
O passado da humanidade se divide em dois grandes grupos, a Pré-História e a História.

Pré-História

A pré-história é o período que inicia com o surgimento do ser humano anterior à escrita, inventada na Mesopotâmia a cerca de 4 000 a.C.. Caracteriza-se, grosso modo, pelo nomadismo e atividades de caça. Surge a agricultura e a pecuária, os quais levaram os homens pré-históricos ao sedentarismo e a criação das primeiras cidades. A Pré-História divide-se em três períodos:[7][8][9]
  • Paleolítico ou Idade da Pedra Lascada, quando descobriu-se o fogo;
  • Neolítico ou Idade da Pedra Polida, quando ocorreu a Revolução Agrícola, sendo domesticado os animais, e o início da prática da domesticação de espécies vegetais;
  • Idade dos Metais, quando iniciou-se a fundição dos metais e a utilização deste na fabricação de instrumentos, sendo o último período da Pré-História demarca o conjunto de transformações que dão início ao aparecimento das primeiras civilizações da Antiguidade, Egito e Mesopotâmia.

História

A História divide-se em quatro períodos:

A era cristã e a divisão da História

A referência de maior aceitação para se contar o tempo, atualmente, é o nascimento de Cristo. Mas já houve outras referências importantes no Ocidente: os gregos antigos tinham como base cronológica o início dos jogos olímpicos; os romanos, a fundação de Roma. Ainda hoje, os árabes contam seu tempo pela Hégira, a emigração (não fuga) de Maomé de Meca para Medina.




Ao longo da história da humanidade a maioria dos registros feitos, em se tratando de narrativa textual, foram em forma de metanarrativas, que são as narrativas retóricas e lineares, com classificações hierárquicas e de forma que a leitura não é feita baseada em associações, como acontece no hipertexto. Tanto em registros religiosos quanto em livros didáticos a narrativa segue uma temporalidade linear, do mais antigo ao recente, de acontecimentos subseqüentes por períodos históricos, e por outros fatores próprios do projeto da modernidade. Porém no mundo contemporâneo nos deparamos com o excesso de informações e a urgência de seleção dessas informações. A estrutura de uma narrativa hipertextual vem permitir melhor desempenho nesta seleção de informações. O termo hipertexto foi criado por Theodore Nelson, na década de sessenta, para denominar a forma de escrita/leitura não linear na informática, pelo sistema “Xanadu”. Até então a idéia de hipertextualidade havia sido apenas manifestada pelo matemático e físico Vannevar Bush através do dispositivo “Memex”.
O hipertexto está relacionado à própria evolução da tecnologia computacional quando a interação passa à interatividade, em que o computador deixa de ser binário, rígido e centralizador, para oferecer ao usuário interfaces interativas. O termo interativo já pertencia ao campo das artes quando se propunha intervenção do/com apreciador, no entanto o termo interatividade passa a se associar a sistemas da informática, por fazer um contraponto à leitura/escrita das metanarrativas.
O hipertexto vem auxiliar o ser humano na questão da aquisição e assimilação do conhecimento, pois tal como o cérebro humano, ele não possui uma estrutura hierárquica e linear, sua característica é a capilaridade, ou melhor, uma forma de organização em rede. Ao acessarmos um ponto determinado de um hipertexto, conseqüentemente, outros que estão interligados também são acessados, no grau de interatividade que necessitamos.
Por muitos anos interagir com o computador exigiu uma base de conhecimento em alguns sistemas de hardware, mas com a evolução de softwares hipertextuais, cada vez mais têm sido aperfeiçoados mecanismos de interatividade através do mouse  e de outros periféricos, como câmera, scanner, etc. A tela de um monitor apresenta-se hoje fragmentada e personalizada, proporcionando ao usuário a facilidade de acesso às informações e a forma lúdica de utilização das ferramentas.
Foi no campo da informática que surgiu o hipertexto, pela necessidade de tornar o computador cada vez mais interativo. Mas o hipertexto não precisa ser interativo e sim “explorativo”. Ao navegar pela internet vamos encontrando endereços de sites, palavras sublinhadas, ícones piscando, e muitos outros atrativos que nos levam a clicar com o mouse e abrir diversas janelas, pois bem, este é o chamado efeito hipertextual no ciberespaço. Da mesma forma pode acontecer num documento de texto (Word, Página na internet), onde se inserem palavras-chaves que levam a outros textos ou imagens.
Ele não está presente apenas no campo da informática, mas encontra-se também nos livros de formatos convencionais, onde os autores buscam facilitar a compreensão de cada capítulo na sua individualidade, sem que perca a essência que compõe o todo, a idéia central do autor. Hoje é muito comum encontrarmos livros organizados por um autor e escritos por vários. Estes livros não lineares são exemplos de hipertextos.
O hipertexto permite ao leitor decidir o rumo a seguir na sua viagem pela leitura, tornando o tempo e o espaço, em relação à construção textual, flexível.
A televisão, o cinema, e outras áreas das artes e do entretenimento também vêm trabalhando com a idéia do hipertexto, até mesmo para alcançar o público hoje mais hiperativo, que vive uma contemporaneidade fragmentada, numa contagem regressiva do tempo de seus afazeres. Há filmes que apresentam algumas pequenas histórias, que parecem independentes umas das outras, porém a essência de cada uma faz parte de um único enredo desenvolvido pelo autor.
Enfim, as partes de um hipertexto fazem sentido, mesmo sendo deslocadas do seu eixo central ou enredo. Ele possibilita a livre escolha, por onde começar e em que ordem seguir.
Fontes
LÉVY, Pierre. As tecnologias da inteligência. O futuro dom pensamento na era da informática. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1993.
SILVA, Marco. Sala de aula interativa. Rio de Janeiro: Quartet, 2002.

O HPV, ou Human Papiloma Virus, é um vírus que vive na pele e nas mucosas genitais dos seres humanos, tais como vulva, vagina, colo de útero e pênis.
Nos genitais existem duas formas de manifestação clínica.

1.    As verrugas genitais que aparecem na vagina, pênis e ânus.
2.    Existe outra forma, que é microscópica, que aparece no pênis, vagina e colo de útero.
Trata-se de uma infecção adquirida por meio de contato sexual. É altamente contagiosa e a melhor prevenção é o uso de “camisinha”.
O mais importante nessa doença é que existe uma associação entre alguns grupos de papilomavírus e o câncer de colo de útero.

Seu diagnóstico de suspeita é feito por meio do papanicolaou ou da colposcopia, e o diagnóstico de certeza é feito por meio de biópsia da área suspeita.

Existem também exames que identificam o tipo do vírus e se estes são cancerígenos.

O tratamento do HPV é por destruição química ou física das lesões sempre indicado e realizado por médico especialista.

O papilomavírus ou human papiloma virus pode se alojar tanto no colo do útero como na vagina e na vulva.

Na vulva ele causa a doença chamada condiloma genital ou popularmente conhecida no Brasil como "crista de galo".

Na vagina e no colo do útero ele normalmente se apresenta com lesões microscópicas que só podem ser descobertas por meio do exame de papanicolaou ou a colposcopia.

O hpv no homem ele pode se manifestar por verrugas no pênis ou de maneira microscópica.

É muito importante que o parceiro seja encaminhado para exame com um urologista para procura de lesões e tratamento, se forem encontradas.

Glicose é um açúcar ou carboidrato elementar de que o corpo recebe energia de uso imediato. É muito abundante em muitas frutas, entre as quais se destaca, por exemplo, a uva. E por esta razão, muitas vezes falar da glicose de açúcar e glicose uva.Ela também está presente nos vegetais, especiarias e doces feitos com sacarose ou açúcar (unidades simples, composta de glicose e frutose). O corpo obtém glicose através desses alimentos, mas também devido à digestão, é capaz de obtê-lo de outros carboidratos com estruturas mais complexas: o amido presente em cereais e produtos de cereais, como batatas e legumes.Parte da glicose obtidos com o corpo é usado diretamente como fonte de energia e a produção de substâncias necessárias para a célula realizar suas funções. Enquanto a outra parte é armazenada como gordura e glicogênio (um polímero de glicose) no fígado e nos músculos.


O glaucoma é uma alteração em que a pressão do líquido que preenche o globo ocular está anormalmente aumentada, além do que o olho pode tolerar. Quando essa pressão, chamada tensão intra-ocular, é maior do que o normal, aumenta consideravelmente o risco de que ocasione danos aos olhos.
O glaucoma é causado pelo acúmulo do líquido, chamado humor aquoso, que circula no interior do olho. Esse acúmulo se produz ou devido ao aumento da formação do líquido ou pela obstrução do conduto pelo qual normalmente esse líquido sai do olho. Desta forma, como continua sendo produzido o líquido, a pressão intra-ocular vai aumentando progressivamente.
  O glaucoma irá ocasionar lesão ao olho se não for tratado, pois a pressão intra-ocular aumentada comprometerá os vasos sangüíneos que nutrem as sensíveis estruturas visuais do fundo do olho e devido à falta de irrigação sangüínea adequada, as células da retina irão morrendo, provocando uma perda progressiva da visão e estreitamento do campo visual. Se o processo não for controlado, poderá levar à cegueira.
O paciente geralmente não percebe que sofre de glaucoma. O glaucoma é insidioso. Na maioria dos casos desenvolve-se lentamente, no transcurso de meses ou anos, sem ocasionar nenhum sintoma. O dano pode progredir com tanta lentidão que a pessoa não se dá conta da perda gradual da visão. Em geral, a visão vai piorando até que lentamente começa a afetar o próprio centro do campo visual e se estabelece a cegueira permanente. Alguns pacientes poderão experimentar sintomas vagos, que são importantes avisos de que é necessário um exame ocular completo. Esses sintomas podem compreender a necessidade de trocar com freqüência a graduação dos óculos, dificuldade para adaptar-se à obscuridade, perda da visão lateral e visão embaçada. Em raros casos, pode haver outros sintomas como o aparecimento de halos coloridos ao redor das luzes e cefaléia ou dor ocular, às vezes intensa.
  O glaucoma é diagnosticado mediante um cuidadoso exame ocular realizado pelo oftalmologista, que compreende um procedimento simples e indolor para medir a pressão intra-ocular denominado Tonometria, e pelos exames de Fundoscopia, Campo Visual e estudo das papilas do nervo óptico.
O risco de ser portador de glaucoma aumenta com a idade. Geralmente ele se apresenta em pessoas com mais de 35 anos. Uma forma rara pode ocorrer em crianças pequenas que é o Glaucoma Congênito.
As pessoas que têm maior risco de sofrer de glaucoma são as diabéticas e as com familiares portadores de glaucoma. Essas pessoas devem fazer exame ocular com regularidade.
Embora não se possa curar, na maioria dos casos o glaucoma pode ser controlado satisfatoriamente mediante tratamento apropriado.

  O glaucoma é uma doença crônica que dura toda a vida, e é necessário que o paciente fique em observação e tratamento contínuo, para manter controlada a pressão intra-ocular e evitar a perda parcial ou total da visão. Quanto mais rápido se descobrir e tratar a doença, menor será tal perda.
 
O tratamento mais comum consiste em gotas de colírio. Ãs vezes também são usados comprimidos e em alguns casos pode ser necessária a intervenção cirúrgica, com a indicação ou não de colírio posteriormente.
O paciente deve aplicar as gotas todos os dias. Segundo o medicamento empregado, a posologia pode variar de uma gota até várias ao dia. Em alguns casos é prescrito mais de um colírio.
  Algumas regras simples devem ser seguidas pelo portador de glaucoma:
  • Usar o medicamento de acordo com as instruções do médico. Não colocar menos gotas do que as prescritas;
  • Se for viajar, não esquecer de levar uma quantidade adequada do medicamento. Lembrar que o glaucoma é controlado usando com regularidade o medicamento;
  • Como o glaucoma pode ser hereditário, recomendar a todos os adultos da família para que façam um exame oftalmológico periódico;
  • Fazer Campo Visual de 6/6 meses, e o estudo da papila anualmente.
     
  A perseverança do tratamento é fundamental para se evitar a deterioração da visão, que fatalmente ocorrerá naqueles que não se cuidarem adequadamente.
Existem vários tipos de glaucoma e entre eles uma forma severa e cruel, que apesar do tratamento, clínico ou cirúrgico, evoluirá para o "fechamento do tubo", para a perda inexorável da visão, à despeito de todos os esforços, bilateralmente, não necessariamente ao mesmo tempo. É uma doença que sempre progride com o passar dos anos.
A cirurgia programada do glaucoma é um procedimento relativamente rápido, que pode ser realizado sob anestesia local (com a presença do anestesista para a sedação) ou geral. Ela pode ser realizada simultaneamente com a cirurgia de Catarata se houver, e até com implante de lente. Já a cirurgia do glaucoma agudo é conduta drástica de urgência e não garante a visão, apenas alivia o sofrimento de dor do paciente. A perda de visão neste caso é marcante e pode ser até total, dependendo do tempo em que o paciente permaneceu em crise, e poderá surgir catarata neste olho tempos depois.
Por ser uma doença crônica, de progresso lento e na maioria das vezes sem sintomas definidos, e por não ser o brasileiro acostumado a uma medicina preventiva e insistente nos tratamentos, o glaucoma é a doença que mais causa a cegueira no País.
Os pacientes que se cuidam corretamente no entanto, portadores de glaucoma não severo, geralmente vão até o fim de suas vidas com uma visão socialmente útil preservada.
É recomendável o exame oftalmológico anual à todos os pacientes saudáveis profilaticamente.

Um estudo desenvolvido por cientistas argentinos revelou que a utilização da tecnologia Wi-Fi em notebooks pode afetar a capacidade de reprodução dos homens, se usados próximos dos órgãos reprodutores. De acordo com a pesquisa, liderada por Conrado Avendaño, do Nascentis Medicina Reproductiva, em Córdoba, os sinais da rede sem fio são capazes de matar ou mutilar os espermatozoides.
Segundo a Reuters, A pesquisa consistiu em deixar uma quantidade de esperma muito próxima a um laptop conectado a uma rede Wi-Fi. Após quatro horas, 25% dos espermatozoides pararam de se movimentar e 9% apresentaram danos em sua estrutura de DNA.
Em contrapartida, em uma mesma quantia de sêmen mantido na mesma temperatura, porém longe do computador portátil, os índices de mortalidade e problemas na estrutura genérica dos espermatozoides não passaram de 14% e 3%, respectivamente.
O pesquisador acredita que a radiação eletromagnética das redes Wi-Fi é a culpada pela diminuição da qualidade do esperma. "Nossos dados sugerem que o uso de um laptop com conexão sem fio posicionado perto os órgãos reprodutores masculinos pode diminuir a qualidade do esperma humano", afirma Avendaño.
Para conferir mais detalhes do estudo, clique aqui para acessar a sua publicação no periódico científico eletrônico ScienceDirect.

A SP Trans, empresa ligada à prefeitura de São Paulo, irá disponibilizar acesso à internet gratuito via Wi-Fi em todos os terminais de ônibus da capital paulista. O projeto-piloto já está em prática no Terminal Santo Amaro, na zona Sul de São Paulo.
Em janeiro, as estações Sacomã, na Zona Sul, e Lapa, na Zona Oeste, também devem disponibilizar o benefício. Segundo a companhia, a expectativa é que todos os 27 terminais da capital se transformem em pontos de Wi-Fi grátis.
Segundo Alex Pelegi, coordenador do núcleo de comunicação da Secretaria Municipal de Transportes, os testes deverão durar dois meses e, após o término do período, um relatório será montado, apontando se as necessidades técnicas oferecidas foram suficientes.
A velocidade inicial da internet gratuita é de 4 GB e a expectativa é que esse número possa ser ampliado para 6 GB. Para acessar a web com o seu smartphone, tablet ou notebook, é preciso fazer um cadastro na rede e incluir o número de CPF. O acesso é livre por 15 minutos e, após esse período, volta a ser liberado somente uma hora depois.
Downloads de grande volume e acesso a conteúdos pornográficos serão bloqueados. Caso a iniciativa se mostre bem-sucedida, uma licitação será aberta para escolher uma empresa responsável pela administração do sistema em todos os terminais.

Quem depende do transporte público para se locomover pela cidade sabe que nem sempre a tabela de horários é cumprida pelos motoristas de ônibus. Às vezes, os veículos já começam o itinerário atrasados e, na maioria dos casos, o trânsito é o grande vilão da história. Inspiradas pelo problema, algumas cidades brasileiras já tentam minimizar os contratempos para o pessoal que usa o sistema.
A solução encontrada pelas prefeituras é o rastreamento de cada veículo através de dispositivos GPS. Em Curitiba, São Paulo, Vitória, Belo Horizonte e algumas outras cidades, a tecnologia já foi ou está sendo testada e pretende informar aos passageiros quanto tempo ele vai precisar esperar até o embarque. Mas, e como essa coisa toda funciona?

São Paulo

Cada cidade possui um sistema único. Em São Paulo, onde o transporte por ônibus presta serviço a 6 milhões de pessoas diariamente, as linhas são rastreadas e o passageiro pode ver na internet o exato local onde o veículo se encontra.
Dessa forma, os paulistanos podem se programar antes mesmo de sair de casa e não perder tempo esperando no ponto. Quem preferir também pode rastear o seu ônibus pelo celular. Na loja de aplicativos para smartphones Android, é possível encontrar alguns títulos com a mesma função.
O sistema começou a funcionar oficialmente no final de março deste ano, e todos os 15 mil veículos que operam em São Paulo já estão sendo monitorados. No entanto, o site Olho Vivo ainda não disponibiliza para os passageiros as informações de todas as linhas da cidade. Para a estudante Gabriela Alves, a novidade é muito útil porém pouco divulgada. “Esse sistema só funciona na internet e pouca gente sabe que existe. Para deixar o acesso mais fácil, tinha que ter um aplicativo oficial para celular”, sugere.

Fazendo um contraponto ao número limitado de linhas cobertas pelo serviço, Gabriela afirma que o Olho Vivo não falhou nas vezes em que ela precisou utilizar o site. “Nas poucas vezes que eu usei, ele foi bem preciso”, revela.

Curitiba

Na maior cidade do sul do país, além do rastreamento por GPS, os veículos da frota curitibana também contam com conexão com a internet através da rede 3G. Uma central de informações processa os dados e mostra o tempo para chegada dos ônibus através de painéis de LCD ou letreiros luminosos próximos os pontos de parada.
O sistema está em teste em dois terminais de ônibus da cidade e, por enquanto, monitora uma linha de grande fluxo e três com pouca circulação. De acordo com a URBS (empresa que administra o transporte na cidade), até o início do ano que vem os 22 terminais de Curitiba vão ganhar quase 700 painéis luminosos. As estações-tubo também vão receber os equipamentos.

Nos veículos, estão sendo instalados pequenos computadores equipados com Linux e adaptadores GPS/3G da Ericson. Com isso, o motorista pode obter informações da rota e caminhos alternativos em casos de lentidão. Na fase de testes, o sistema está utilizando os serviços de internet da operadora Vivo.
Além disso, a cidade também está testando um sistema de monitoramento interno por câmeras nos veículos e nos terminais. Nos novos biarticulados da cidade, com cerca de 30 metros de comprimento, o problema da pouca visibilidade das últimas portas para o motorista vai ser sanado com esses equipamentos. O condutor vai poder enxergar quem está saindo e entrando no veículo e, provavelmente, as mochilas de mais ninguém vão ficar passeando do lado de fora do ônibus.

Belo Horizonte e Vitória

A capital mineira começou a testar o sistema de rastreamento por GPS no transporte coletivo em 2009. No entanto, somente no ano passado a cidade resolveu retomar a instalação dos equipamentos. Por lá, estão sendo instalados totens que informam o tempo para a chegada do ônibus em vários pontos da região central da cidade. O sistema é similar ao de Curitiba, mas pretende disponibilizar os equipamentos na rua, enquanto na capital paranaense os painéis estarão nos terminais ao lado de cada parada de ônibus.
Em Vitória, são 63 linhas monitoradas e a forma de consulta é via internet. Assim como em São Paulo, o passageiro deve visitar o Ponto Vitória e escolher no mapa o ponto de ônibus que deseja consultar. Porém, na capital do Espírito Santo, a comunicação dos veículos com a central de dados pode ter intervalos de até 20 minutos. Dessa forma, algum local congestionado pode deixar a previsão bastante deturpada.
Outras cidades do país também entraram na onda do GPS e estão monitorando suas frotas. No entanto, na maioria delas o sistema apenas serve de referência para que os condutores não atrasem a viagem. Nestes casos, as informações ainda não são repassadas para os passageiros. Se você utiliza o sistema de transporte público de uma dessas cidades, nos conte como anda a qualidade dos serviços de informações e se eles realmente funcionam como prometido.



Durante séculos, a bússola foi utilizada como principal instrumento de orientação por qualquer um que quisesse se aventurar por locais desconhecidos, seja na terra, no mar ou no ar. Porém, a chegada da era espacial trouxe uma tecnologia que acabou deixando obsoleta não só a bússola, mas também até mesmo o ato de pedir informações na rua: o GPS.
Continue acompanhando esta matéria do Tecmundo e descubra um pouco mais sobre a tecnologia que faz com que você jamais se perca.

Como funciona

O GPS, ou Global Positioning System (Sistema de Posicionamento Global), é um elaborado sistema de satélites e outros dispositivos que tem como função básica prestar informações precisas sobre o posicionamento individual no globo terrestre.



O sistema está plenamente ativo desde 1995 e foi criado pelo Departamento de Defesa Americano para fins militares, mas também pode ser aproveitado no meio civil, principalmente na aviação. Uma constelação de 24 satélites é o elemento principal do aparato, enviando informações para que qualquer dispositivo receptor calcule sua posição usando um processo chamado de trilateração.
Neste processo, um mínimo de quatro satélites que estejam próximos do receptor fica constantemente enviando sinais de rádio, contendo a posição atual do satélite e o instante (tempo) em que aquele pulso foi emitido.

O cálculo é feito comparando o tempo em que o sinal foi enviado com o momento em que ele foi recebido. Considerando que a radiofrequência viaja na velocidade da luz e aplicando algumas correções, é possível determinar a distância exata entre o receptor e o satélite.
Cruzando essa informação com a de três outros satélites na área, obtêm-se a posição do receptor. Além da latitude e longitude, o sistema de trilateração também permite saber a altura do receptor em relação ao nível do mar.

Aplicações

O serviço GPS é útil em praticamente todas as situações e profissões em que seja necessário obter uma localização precisa, incluindo viagens em alto-mar, expedições em áreas remotas da terra e, principalmente, em todas as áreas da aviação.

Outra aplicação bastante explorada é a localização dentro das cidades, permitindo que motoristas se localizem sem complicações com a ajuda do mapa equipado no aparelho. O mercado de receptores GPS para veículos teve uma grande alta no Brasil nos últimos anos, sendo que hoje é possível encontrar aparelhos por menos de R$ 200.

O futuro do GPS

Modernizações no atual sistema de posicionamento global são realizadas constantemente, sendo que novas gerações de satélites têm sido lançadas para substituir os primeiros equipamentos em órbita, além de implementar novas tecnologias.
Além do GPS, vários outros aparatos de posicionamento por satélites estão em operação, incluindo o GLONASS da Rússia e o Beidou da China, mas estes são menos utilizados pelo meio civil, seja por falta de padronização ou por cobrirem uma área mais limitada.


Um dos candidatos a substituir de vez o GPS é o Galileo, sendo desenvolvido pela União Europeia e planejado para entrar em operação em 2014. Diferente do projeto do Governo Americano, o Galileo têm os fins civis como objetivo primário, além de adicionar uma série de outras funcionalidades não cobertas pelo GPS, como transponders para operações de resgate.



Uma aluna de Educação Física, entre as várias mensagens da semana, pergunta quais atividades na academia que podem ser consideradas como ginástica diante tantas opções hoje ofertadas nesses estabelecimentos. 
Todo movimento ginástico, assim como os característicos dos esportes, evoluíram a partir dos movimentos mais naturais do ser humano que anda, corre, salta, arremessa, trepa em árvore, vira cambalhota e mais uma infinidade de outros conforme a necessidade de momento. 
O Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa define a palavra Ginástica como vinda do grego Gymnastiké e significa a “Arte ou ato de exercitar o corpo para fortificá-lo e dar-lhe agilidade. O conjunto de exercícios corporais sistematizados, para este fim, realizados no solo ou com auxílio de aparelhos e aplicados com objetivos educativos, competitivos, terapêuticos, etc.”. A Encyclopedia Britannica, define Como” a system of physical exercices practised either to promote physical development or a sport”. 


Segundo Pérez Gallardo (1993), as habilidades naturais “são aquelas que se caracterizam por estar presentes em todos os seres humanos, independentes de seu lugar geográfico e nível sócio-cultural e que servem de base para aquisição de habilidades culturalmente determinadas...”.

Partindo desses conceitos, quase todas as atividades de academia são consideradas área da ginástica e a localizada trás toda fundamentação teórica da musculação.


As mais procuradas:
Step – Estimula a coordenação motora e parte do princípio do subir escadas. Melhora o condicionamento cardiovascular, reforça os membros inferiores e contribui no emagrecimento. 
Ginástica Aeróbica - Também melhora a coordenação motora e noção espacial. 
Aerobox - Estimula a agilidade, a coordenação motora e o reflexo. 
Circuito - Trabalha a flexibilidade, as capacidades aeróbia e anaeróbia e todas as outras valências físicas acima por incluir mais movimentos combinados. 
Body Pump - Com uma intensidade mais alta melhora a coordenação, ajuda a emagrecer e a desenvolver a capacidade anaeróbia.

Ginástica Localizada - Conforme o método a ser utilizado pode-se gastar muitas calorias melhorando a força, a resistência muscular localizada e a flexibilidade. Portanto, a ginástica não se resume apenas à localizada como possa para alguns parecer.

Rebuscando os alfarrábios sabe-se que a ginástica vem da Pré-história onde a atividade física era uma questão de sobrevivência decorrente da necessidade de atacar, defender, caçar, pescar e etc. Depois de afirmar-se na Antiguidade a ginástica estacionou na Idade Média fundamentando-se na Idade Moderna e sistematizando-se nos primórdios da Idade Contemporânea segundo Ramos (1982). A partir de 1800, Era Industrial, a ginástica passou a ter também uma conotação de saúde sendo capaz de corrigir vícios posturais decorrentes do trabalho. A evolução desse segmento é a ginástica laboral. 
Hoje, em algumas academias, em nome de uma “suposta” criatividade e luta desesperada de conquista de novos clientes inventa-se de tudo e misturam-se vários tipos de ginásticas. Umas até dão certo, mas outras faltam fundamentação teórica em algo mais concreto. Na minha opinião particular, uma delas é uma aula apelidada de “Super Abdominal” com duração de 30 a 45 minutos. Eu duvido que um aluno consiga ser assíduo o suficiente para suportar uma aula dessas por mais de três meses por uma razão muito simples. È impossível não se tornar enfadonho e repetitivo. Ou seja, no popular... Um saco! 
A aula pode existir até há mais tempo, mas conta com a grande rotatividade e a “suposta” novidade. Veja bem! Não estou discutindo se dá ou não resultado. Até pode dar, mas existem métodos mais fáceis e tão eficientes quanto... gastando menos tempo. Além disso, já é consenso que o excesso de repetição tem um forte potencial de lesão. Numa aula dessas é impossível não pecar nisso.

O grupo muscular do abdome responde ao treinamento tradicional objetivando força, resistência muscular localizada e ou hipertrofia. O abdome é uma parte do corpo que incomoda... e muito. Entretanto não é preciso ter um do tipo "tanquinho" e a importância deveria ser dada não à estética, mas à saúde, a principal função.



Os Gêneros textuais são as estruturas com que se compõe os textos, sejam eles orais ou escritos. Essas estruturas são socialmente reconhecidas, pois se mantêm sempre muito parecidas, com características comuns, procuram atingir intenções comunicativas semelhantes e ocorrem em situações específicas. Gênero Textual ou Gênero de Texto se refere às diferentes formas de expressão textual. Nos estudos da Literatura, temos, por exemplo, poesia, crônicas, contos, prosa, narrativa ,etc.
Para a Linguística, os gêneros textuais englobam estes e todos os textos produzidos por usuários de uma língua. Assim, ao lado da crônica, do conto, vamos também identificar a carta pessoal, a conversa telefônica, o email, e tantos outros exemplares de gêneros que circulam em nossa sociedade.
Quanto à forma ou estrutura das sequências linguísticas encontradas em cada texto, podemos classificá-los dentro dos tipos textuais a partir de suas estruturas e estilos composicionais.
Schneuwly e Dolz publicaram um quadro onde as tipologias são cruzadas com os gêneros. Desse quadro é possível deduzir que é tão importante ensinar as tipologias quanto os gêneros. Para os dois autores, há cinco tipologias que é preciso considerar no ensino de língua. Cada uma dessas tipologias é mobilizada pelas pessoas que se comunicam em diferentes gêneros, mas cada gênero exige um maior ou menor domínio de cada uma delas. É importante considerar que usamos todas essas capacidades em gêneros diversos. Por exemplo, num conto, usamos predominantemente a capacidade de narrar, mas podemos colocar personagens discutindo um assunto, e então aparecerá a capacidade de argumentar.
Sempre que nos manifestamos linguisticamente, o fazemos por meio de textos. E cada texto realiza sempre um gênero textual. Cada vez que nos expressamos linguisticamente estamos fazendo algo social, estamos agindo, estamos trabalhando. Cada produção textual, oral ou escrita, realiza um gênero porque é um trabalho social e discursivo. As práticas sociais é que determinam o gênero adequado.Mas o que então pode ser classificado como gênero textual? Pode–se dizer que os gêneros textuais estão intimamente ligados à nossa situação cotidiana. Eles existem como mecanismo de organização das atividades sociocomunicativas do dia-a-dia. Assim caracterizam-se como eventos textuais maleáveis e dinâmicos. Vejamos: Nas sociedades modernas, trabalho e obtenção de dinheiro estão intrinsecamente ligados. Por isso, muitas vezes não percebemos que algumas de nossas atividades cotidianas não remuneradas também são trabalho. O trabalho representa, na sociedade em que vivemos, para cada indivíduo, uma forma de se situar na sociedade, sendo ele remunerado ou não. Por isso trabalho é parte integrante da vida de cada um de nós.Nessa perspectiva, a linguagem é um dos nossos mais relevantes trabalhos.
Bernard Schneuwly é professor de didática do ensino de língua na Universidade de Genebra, na Suíça, e vem desenvolvendo juntamente com outros professores da mesma universidade (entre eles, Joaquim Dolz) uma série de estudos sobre ensino e aprendizagem de língua. Se desejar saber mais, leia: SCHNEUWLY, B. Gêneros e tipos de discurso: considerações psicológicas e ontogenéticas, In. / tradução e organização ROJO, R.; CORDEIRO, G. S., Gêneros orais e escritos na escola, Campinas, SP: Mercado das Letras, 2004.

Gêneros textuais

Gêneros textuais são textos de qualquer natureza, literários ou não-literários.
Modalidades discursivas constituem as estruturas e as funções sociais (narrativas, discursivas, argumentativas) utilizadas como formas de organizar a linguagem. Dessa forma, podem ser considerados exemplos de gêneros textuais: anúncios, convites, atlas, avisos, programas de auditórios, bulas, cartas, cartazes, comédias, contos de fadas, crônicas, editoriais, ensaios, entrevistas, contratos, decretos, discursos políticos, histórias, instruções de uso, letras de música, leis, mensagens, notícias. São textos que circulam no mundo, que têm uma função específica, para um público específico e com características próprias. Aliás, essas características peculiares de um gênero discursivo nos permitem abordar aspectos da textualidade, tais como coerência e coesão textuais, impessoalidade, técnicas de argumentação e outros aspectos pertinentes ao gênero em questão.

A Geografia é uma ciência que tem por objetivo o estudo da superfície terrestre e a distribuição espacial de fenômenos significativos na paisagem. Também estuda a relação recíproca entre o homem e o meio ambiente (Geografia Humana). Para alguns a Geografia também pode ser uma prática humana de conhecer onde se vive para compreender e planejar o espaço onde se vive. Um dos temas centrais da geografia é a relação homem-natureza. A natureza é entendida aqui como as forças que geraram ou contribuem para moldar o espaço geográfico, isto é, a dinâmica e interações que existem entre a atmosfera, litosfera, hidrosfera e biosfera. O homem é entendido como um organismo capaz de modificar consideravelmente as forças da natureza através da tecnologia.[1].
Sua sistematização como disciplina acadêmica foi atribuída dos pesquisadores do Século XIX Alexander von Humboldt e Carl Ritter.
O profissional desta disciplina é o geógrafo.

A geografia é uma ciência que estuda a relação entre a Terra e seus habitantes. Os geógrafos querem saber onde vivem os homens, as plantas e os animais, onde se localizam os rios, os lagos, as montanhas e as cidades. Estudam porque esses elementos se encontram onde estão e como eles se inter-relacionam. A palavra "geografia" vem do grego geographía (γεογραπηία), que significa descrição da Terra.
A geografia depende muito de outras áreas do conhecimento para obter informações básicas, especialmente em alguns ramos especializados. Utiliza os dados da química, da geologia, da matemática, da história, da física, da astronomia, da antropologia e da biologia e principalmente da Ecologia, pois tanto a Ecologia como a Geografia são estudos interrelacionados, justamente porque estão preocupadas com as análises biológicas, de fatores geológicos e dos ciclos biogeoquímicos dos Ecossistemas, isto é, da relação entre os seres vivos (inclusive os povos) e seu meio ambiente.
Os geógrafos utilizam inúmeras técnicas, como viagens, leituras e estudo de estatísticas. Os mapas são seu instrumento e meio de expressão mais importante. Além de estudar mapas, os geógrafos os atualizam graças às suas pesquisas especializadas, aumentando assim o nosso conhecimento geográfico.
Como o conhecimento da geografia é útil às pessoas em sua vida cotidiana, o aprendizado da geografia se inicia no jardim de infância ou no ensino fundamental e estende-se até a universidade. O objetivo básico do estudo da geografia é o desenvolvimento do sentido de direção, da capacidade de ler mapas, da compreensão das relações espaciais e do conhecimento do tempo, do clima e dos recursos naturais.
O homem sempre precisou e se utilizou do conhecimento geográfico. Os povos pré-históricos tinham de encontrar cavernas para morar e reservas regulares de água. Tinham também de morar perto de um lugar onde pudessem caçar. Sabiam localizar os rastros dos animais e as trilhas dos inimigos. Usavam carvão ou argila colorida para desenhar mapas primitivos de sua região nas paredes das cavernas ou nas peles secas dos animais.
Com o tempo, o homem aprendeu a lavrar a terra e domesticar os animais. Essas atividades o forçaram a prestar mais atenção ao clima e à localização dos pastos. Mas a extensão de seu conhecimento certamente não ia além da distância que podia percorrer em um dia.
Hoje em dia, não podemos nos satisfazer com um conhecimento geográfico limitado à área que circunda nossas casas. Hoje, nem mesmo basta às pessoas conhecer as terras e os mares próximos, como acontecia na época do império Romano. Para satisfazer nossas necessidades, precisamos saber um pouco da geografia da Terra inteira.

Há muitas interpretações do que seria o objeto geográfico. Ratzel afirma que a Geografia estuda as relações recíprocas entre sociedade e meio, entre a vida e o palco de seus acontecimentos. Filósofos que buscaram criar uma ontologia marxista, como Georg Lukács, influenciaram a construção de um modelo de análise do objecto da Geografia. Milton Santos se debruçou sobre a construção de um modelo ontológico, explicitado na análise dialética do movimento da totalidade para o lugar.
Uma afirmação comum é de que Há tantas geografias quanto forem os geógrafos. Apesar de as múltiplas possibilidades de orientações teórico metodológicas caminharem em direções diferentes, deve-se respeitar a caracterização da Ciência Geográfica e as formulações acerca de seu objecto.
Cabe ainda afirmar que a distinção entre Geografia Humana e Geografia Física se refere aos ramos da Ciência Geográfica, pois as Geograficidades não apresentam essa fragmentação, decorrente exclusivamente da construção do conhecimento sobre a realidade.
De qualquer forma a ciência deve dar conta de questionar a relação dialética do homem com a natureza, é impossível analisar o "meio natural" sem entender a relação que tem com o homem e da mesma forma é impossível analisar o "meio social" sem compreender as determinações que vem da relação que tem com a natureza. Há ainda discussões entre a Geografia técnica e a Geografia escolar, porem ambas as parte do conhecimento cientifico apurado através do questionamento da razão, ou seja, "advém" da filosofia grega.

Princípios básicos

O estudo da geografia compreende quatro linhas de investigação principais: São elas:
  • a localização de acidentes geográficos, localidades e povos;
  • a descrição das diversas partes do mundo e o estudo das diferenças existentes entre elas;
  • a explicação da origem dos diferentes acidentes geográficos do globo terrestre;
  • o estabelecimentos de relações espaciais entre os acidentes e regiões.

Localização

Uma das principais tarefas da geografia é dizer onde se situam as diferentes localidades do mundo e interpretar as vantagens e as desvantagens da localização. Assim que o homem começou a se afastar dos limites da sua casa, precisou medir as distâncias e registrar essas medidas. Começou a desenhar mapas grosseiros para mostrar as distâncias e as direções. No século XV, quando começou a grande era das explorações, mais que nunca foram necessários cartógrafos (desenhistas de mapa) para registrar as descobertas dos novos continentes e oceanos.
Os mapas não apenas mostram onde se localiza um lugar, mas também fornecem sua posição com relação a outros lugares (Veja: mapa).

Descrição dos lugares

Nem todas as pessoas se satisfazem em conhecer apenas a localização de um ponto da Terra, como Paris, São Paulo, a África ou o Ártico. Querem saber que tipo de ambiente a natureza oferece na região, e o que as pessoas já fizeram aí. Querem saber como os habitantes utilizaram a terra, que tipo de casas construíram, como e onde construíram estradas, como são afinal eles próprios. Querem saber em que aspectos a região se assemelha e difere de outros lugares, e o que significam essas semelhanças e diferenças. Em outros tempos, os viajantes relatavam essas informações de viva voz. Hoje, as pessoas complementam esses relatórios com dados escritos, fotos tiradas do solo ou das alturas, e com mapas preparados com equipamentos de precisão extremamente eficazes.

Mudanças na face da Terra

Quase todo mundo já viu exemplos de mudança na superfície da Terra. Algumas mudanças são feitas pelo homem, como por exemplo, a eliminação de uma favela ou a alteração do curso de um rio. Essas mudanças são em geral muito mais rápidas que as provocadas na natureza, como por exemplo a formação de uma grande garganta pela ação da erosão, que dura milhões de anos.
Muitas perguntas ocorrem aos geógrafos quando examinam as mudanças sofridas pela Terra. Querem saber como os acidentes geográficos surgiram no lugar onde estão hoje. Querem saber como o homem modificou a superfície da Terra enquanto nela viveu. Querem descobrir a face da Terra no passado, e por que as cidades se desenvolveram onde estão hoje. Os geógrafos também pretendem descobrir por que certas áreas do mundo são mais densamente povoadas que outras.

Relações espaciais

As relações espaciais interessam tanto aos geógrafos quanto aos astrônomos. Os astrônomos estudam principalmente as relações entre os planetas, as estrelas e outros corpos celestes. Os geógrafos limitam seu estudo às relações espaciais entre os pontos da Terra. Por exemplo, estudam como crescimento de uma cidade dependeu de um rio, e como a água do rio foi afetada pela cidade. Os geógrafos encaram os seres humanos em suas relações espaciais, assim como os historiadores vêem a vida humana em suas relações temporais.
Os geógrafos sempre procuraram saber como os seres humanos se relacionam com o globo terrestre. As condições naturais podem limitar as possibilidades de um homem, como no deserto, ou oferecer ótimas possibilidades de vida, como num vale fértil. As variações de tempo, as erupções vulcânicas e outras mudanças na natureza podem afetar atividades diárias das pessoas. Além disso, as próprias pessoas são fator importante das mudanças geográficas. Elas queimam florestas, escavam ou represam os leitos dos rios e provocam a erosão do solo. Os esforços para compensar os danos resultantes dessas alterações são parte importante dos movimentos de conservação da natureza.
Os geógrafos também estudam as ligações entre vários elementos. Por exemplo, podem investigar de que maneira as populações do Nordeste brasileiro dependem das chuvas, ou qual a relação entre o clima e o solo na África tropical.